Jornalista Orlando Pontes se destaca como editor-chefe

O renomado jornalista candango Orlando Pontes, famoso por seu network com grandes autoridades, diretamente da Capital Federal, assina reportagens investigativas e ganha destaque como editor-chefe em projetos independentes e com altruísmo. Seu lema: “responsabilidade social acima de tudo”.

 

No jornal impresso – Ano IX / 478 – e no portal https://www.bsbcapital.com.br/ , o autêntico e destemido editor-chefe Orlando Pontes noticia assuntos que são lidos discretamente por todos os grandes jornalistas, justamente pela capacidade de Pontes de ser preciso e escrever o que toca na ferida, como todo bom jornalista, e como menciona Gabriel García Márquez: “Jornalismo não é obrigação, não é um trabalho como outro qualquer. É paixão e quase uma missão. E, por isso, o jornalismo não vai entediar nunca aqueles realmente vocacionados”.

 

Orlando Pontes é famoso por estar presente nas altas rodas de Brasília. Reconhecido e premiado, no semanário “Brasília Capital”, Pontes foi agraciado com o Prêmio Referência Nacional, organizado pela Agencia Nacional de Cultura, Empreendedorismo e Comunicação (Ancec). A premiação reconhece entidades e personalidades que se destacam no cenário brasileiro, em diversas áreas de atuação. O prêmio foi recebido pelo editor-chefe (ao centro na foto em destaque), na semana em que o jornal completou sete anos. A cerimônia ocorreu no hotel Royal Tulip, na capital federal, e contou com a presença de mais400 convidados, entre elas ministros, assessores e conselheiros. Orlando Pontes agora está de olho em premiações internacionais.

 

Orlando Pontes causa incômodo por seu jeito autêntico, destemido e contra os colegas metidos a espertos. Na carreira de Pontes, destaca-se o fato de já ter recusado várias vezes trabalhar em grandes veículos de comunicação como Globo e SBT. Mas, agora, o badejo editor-chefe do Brasília Capital, que na sua ancestralidade teve parentes senhores de engenho, estuda assumir o editorial de um novo Jornal que não se pode revelar por questões contratuais. Estimamos que seja CNN. Vai ser difícil para a grande multinacional conseguir convencer um jornalista a moda antiga, do tipo que manda flores e bilhetes!

 

Alguns acham que Orlando Pontes é um jornalista bobo, por não se importar com as espertezas alheias e não querer fazer parte do grande circuito jornalístico de ilusões e puxadas de tapete. De modo sincero, Pontes se liga ao poema de Cecília Meireles “das vantagens de ser bobo” e nos mostra toda a beleza de um profissional competente, ético e probo. E, acima de tudo, capaz de excesso de amor.

 

“O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir, tocar no mundo. O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: “Estou fazendo, estou pensando”. Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a ideia. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo” (Das vantagens de ser bobo, Cecília Meireles).