PF acha cocaína escondida em frascos de xampu na bagagem de jovem que viajaria para o Líbano

Agentes usaram aparelhos de espectômetro de massa e raio-x para encontrar a droga na mala da passageira. Ela estava no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Uma jovem de 20 anos foi presa, na manhã desta quinta-feira (16), com cerca de três quilos de cocaína líquida escondida em frascos de xampu. O material estava acondicionado na bagagem dela, que se preparava para embarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos em um voo para Beirute, no Líbano.

Ela foi abordada pelos policiais para entrevista e verificação das bagagens. Os agentes usaram aparelhos de espectômetro de massa e de raio-x. Com a indicação de substância entorpecente, a bagagem da jovem foi aberta. A cocaína estava dentro de três frascos grandes de xampu.

Uma perícia preliminar foi feita no material e comprovou que se tratava de cocaína.

A jovem foi levada ao presídio feminino da capital, onde vai aguardar decisão da Justiça. Ela foi indiciada por tráfico internacional de drogas.

Cocaína líquida é apreendida em bagagem de jovem de 20 anos que tentava embarcar em voo para o Líbano (Foto: Divulgação/Polícia Federal)
Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/pf-acha-cocaina-escondida-em-frascos-de-xampu-na-bagagem-de-jovem-que-viajaria-para-o-libano.ghtml

Rodízio municipal de veículos é suspenso durante o carnaval em São Paulo

Veículos podem transitar normalmente dos dias 27 de fevereiro a 1º de março sem restrição de horário. Zona Azul funciona normalmente.

O rodízio municipal de veículos ficará suspenso durante o carnaval na cidade de São Paulo. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a Operação Horário de Pico será suspensa na segunda-feira (27), terça (28) e quarta (1º).

A operação restringe a circulação de veículos no Anel Viário da Cidade nos períodos da manhã, das 7h às 10h, e da tarde, das 17h às 20h.

O rodízio de placas de caminhões e a Zona de Máxima Restrição à Circulação de Caminhões (ZMRC) continuam em vigor.

Durante o rodízio ficam impedidos de circular os automóveis e caminhões no Centro Expandido, incluindo as vias que delimitam o chamado Mini Anel Viário, formado pelas marginais Tietê e Pinheiros, Avenidas dos Bandeirantes e Afonso D´Esccragnole Taunay, Complexo Viário Maria Maluf, Avenidas Tancredo Neves e Juntas Provisórias, Viaduto Grande São Paulo e avenidas Professor Luís Inácio de Anhaia Melo e Salim Farah Maluf.

Transitar em locais e horários não permitidos pela regulamentação prevista no Código de Trânsito Brasileiro implica em infração de trânsito de nível médio, resultando em multa no valor de R$ 130,16 e acréscimo de quatro pontos no prontuário.

A Zona Azul funcionará normalmente. O rodízio volta a funcionar normalmente na quinta-feira (2).

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/rodizio-municipal-de-veiculos-e-suspenso-durante-o-carnaval-em-sao-paulo.ghtml

Presos são flagrados com celular no corpo e aparelhos são retirados por endoscopia no ABC paulista

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária, 11 aparelhos foram apreendidos. Trio vai responder a processo disciplinar.

Dois presos do Centro de Detenção Provisória de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, foram flagrados com celulares dentro do corpo. Os equipamentos foram descobertos durante revista na terça-feira (14) e retirados na quarta-feira (15) por meio de endoscopia, segundo informações da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP).

A secretaria disse que o setor de inteligência do CDP identificou três sentenciados que estariam com os equipamentos escondidos no próprio corpo. O trio foi separados e perguntados sobre a denúncia. Apenas um admitiu estar com aparelhos no corpo. Os três detentos, no entanto, foram levados para Unidade de Pronto Atendimento da cidade.

Ainda no carro de polícia, um dos presos retirou os dois celulares que estava em seu corpo, sendo liberado pela equipe médica para retornar ao CDP. Os outros dois passaram por exames de raio-x, que detectaram os aparelhos na região abdominal. Eles foram internados e ficaram em observação para serem submetidos à endoscopia para tirar os objetos.

Ao todo foram apreendidos 11 celulares, segundo a SAP. Os presos vão responder a processo disciplinar. A administração do CDP abriu sindicância interna para apurar o caso. A Vara de Execuções Criminais foi informada sobre o ocorrido.

Ao todo, foram descobertos 11 celulares nos corpos de três presos do CDP de São Bernardo do Campo (Foto: Divulgação/SAP)

Ao todo, foram descobertos 11 celulares nos corpos de três presos do CDP de São Bernardo do Campo (Foto: Divulgação/SAP) 

Parte dos celulares que foram retirados dos corpos de dois presos do CDP de São Bernardo do Campo (Foto: Divulgação/SAP)
Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/presos-sao-flagrados-com-celular-no-corpo-e-aparelhos-sao-retirados-por-endoscopia-no-abc-paulista.ghtml

Motorista do Uber é preso enquanto roubava residência em São Paulo

Empresa diz que motorista ‘utilizou a plataforma por um curto período de tempo e foi desligado’. Ele estava com um rapaz de 19 anos e os dois mantiveram um aposentado de 72 anos amordaçado e amarrado na Vila Mariana.

Dois homens foram presos enquanto roubavam uma residência na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (16). Um deles é Luiz Roberto Maia Farias, 55 anos, que se apresentou como motorista do Uber. O outro está desempregado e foi identificado como Alessandro Santos, 19 anos.

De acordo com o Uber, o motorista “utilizou a plataforma por um curto período de tempo e foi desligado” nesta quinta-feira. A empresa informou também que tomou as “medidas necessárias para assegurar que esta situação não aconteça novamente.”

Santos vigiava o movimento do lado de fora da casa enquanto Farias roubava o imóvel. A dupla manteve um aposentado de 72 anos amordaçado e amarrado com fitas de cetim.

Segundo informações da investigação do 16º Distrito Policial de São Paulo, onde o caso foi registrado, policiais militares foram chamados por causa de um roubo à residência em andamento. Assim que chegaram ao local, eles encontraram Santos na frente da casa e com um celular na mão.

Ainda de acordo com a polícia, ele teria confessado que estava no local para avisar o comparsa sobre qualquer movimentação policial na rua.

Dentro da casa, o motorista se identificou aos policiais como sobrinho do dono do imóvel e disse que estava tudo bem. Ele informou que iria pegar a chave da porta para permitir a entrada dos policiais, que desconfiaram e perceberam uma movimentação grande na cozinha. Os PMs flagraram o motorista desamarrando a vítima.

Com ele, os policiais encontraram pouco mais de R$ 1,1 mil em dinheiro, dois celulares, um lenço, fitas de cetim, uma faca e uma pistola falsa. A polícia também apreendeu uma faca.

Segundo o dono da casa informou aos policiais, o motorista aproveitou que a vítima havia deixado a porta de entrada da casa aberta e entrou no imóvel.

De acordo com a Polícia Militar, Farias tinha passagem por homicídio e roubo. Ele já havia cumprido 25 anos pelo assassinato. O carro dele foi apreendido. Depois de preso, Farias se identificou como motorista do Uber e mostrou aos policiais o seu perfil no aplicativo instalado em seu celular.

 O G1 não localizou a defesa dos dois presos.
Policiais militares verificaram perfil do motorista no aplicativo Uber instalado no celular de Luiz Roberto Farias (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/motorista-do-uber-e-preso-enquanto-roubava-residencia-em-sao-paulo.ghtml

Alckmin regulamenta lei que proíbe pancadões no estado de SP

A partir da regulamentação, polícia terá mais autonomia para impedir eventos.

 

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) regulamentou por decreto nesta quinta-feira (16) a lei 16.049 que que restringe ruídos causados por aparelhos de som instalados em veículos estacionados em vias públicas ou calçadas particulares. A Polícia Militar passa a ser responsável pela fiscalização do cumprimento da lei.

A lei foi sancionada em dezembro de 2015 a partir do projeto 455/2015, proposto pelos deputados estaduais Coronel Camilo (PSD), ex-comandante da Polícia Militar, e Coronel Telhada (PSDB), ex-comandante da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota).

A nova regra dá aos policiais poder para impedir o som alto e, consequentemente, o pancadão. Atualmente, os agentes ficam impedidos de agir por falta de previsão legal. Com a entrada em vigor da lei, poderão agir preventivamente e mandar baixar o som.

Os limites de intensidade de emissão de ruídos sonoros têm como parâmetro a Resolução do Conselho Nacional de Trânsito – Contran nº 624/2016, que não exige mais utilização de aparelhos de medição para constatação do ruído excessivo, bastando a constatação pela fiscalização da existência de som audível pelo lado externo, que perturbe o sossego público.

“Quando não tem som alto, não junta pessoas, não há comércio de bebidas, tráfico de drogas e sexo com menores. A ideia é que a pessoa ligue 190, o policial vá lá e não deixe que o show na rua vire pancadão. Começou a abusar, pode caminhar para o pancadão. O policial vai poder agir no início. A lei cumpre essa lacuna. Hoje, se o policial for chamado, não pode fazer nada”, disse Camilo, na época da sanção da lei.

Multas
Quem descumprir a regra fica sujeito a multa de R$ 1 mil. O valor pode dobrar na primeira reincidência e quadruplicar na segunda reincidência. A lei diz que reincidência é cometimento da mesma infração em um período inferior a 30 dias.

 Caso o dono do veículo se recuse a abaixar o som, a autoridade responsável pela fiscalização apreenderá provisoriamente o aparelho de som ou o veículo no qual ele estiver instalado.

O dono do veículo responderá pelo custo de remoção e estadia do veículo e dos equipamentos, mas ainda poderá responder civil e criminalmente.

O alvo da lei são veículos estacionados na via pública ou em áreas particulares com guia rebaixada como estacionamentos e postos de gasolina. Esses veículos ficam “proibidos de emitir ruídos sonoros classificados de alto nível pela legislação vigente mais restritiva, provenientes de aparelhos de som de qualquer natureza e tipo, portáteis ou não, ainda que acoplados à carroceria ou rebocados pelos veículos.”

Estão livres da proibição aparelhos de som utilizados em veículos em movimento, cuja fiscalização obedece à legislação federal, veículos profissionais previamente adequados à legislação vigente e devidamente autorizados, bem como veículos publicitários e utilizados em manifestações sindicais e populares.

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/alckmin-regulamenta-lei-que-proibe-pancadoes-no-estado-de-sp.ghtml

Suplicy chega para depor em ação sobre Palocci na Lava Jato

Palocci foi preso em 26 de setembro de 2016 e denunciado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

 

O vereador de São Paulo Eduardo Suplicy (PT) chegou ao Fórum Ministro Jarbas Nobre por volta das 9h30 para depor como testemunha em ação em que o ex-ministro Antonio Palocci é réu na Operação Lava Jato, nesta sexta-feira (16). O depoimento ao juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em 1ª instância, é feito via videoconferência.

Palocci foi preso em 26 de setembro de 2016 e denunciado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), há evidências de que o ex-ministro recebeu propina para atuar em favor do Grupo Odebrecht, entre 2006 e o final de 2013, interferindo em decisões tomadas pelo governo federal.

O ex-ministro também teria participado de conversas sobre a compra de um terreno para a sede do Instituto Lula, que foi feita pela Odebrecht, conforme as denúncias. A defesa de Palocci classifica as acusações com surrealistas.

Ao chegar para depor, Suplicy afirmou que não conhece nenhum episódio que possa levar Palocci a ser indiciado ou condenado. O vereador destacou que conhece Palocci desde os anos 80 e que com ele se relacionou diversas vezes, como correligionários do PT ou de forma institucional em razão dos cargos que ocuparam.

“O que eu posso assegurar e se perguntado pelo juiz Sérgio Moro é que, em todos os episódios da minha convivência com Antonio Palocci, ele sempre agiu da maneira mais séria e correta. Nunca soube de nenhuma ação que pudesse significar formas de improbidade administrativa e enriquecimento ilítico”, disse.

Além de Suplicy, estavam previstos o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, Murillo Portugaln, que trabalhou no gabinete de Palocci quando era ministro da Fazenda, Fábio Barbosa, ex-conselheiro da Petrobras. A presença de Cardozo era incerta porém já que foi protocolado um ofício no processo indicando que não foi possível citar Cardozo para participar da audiência.

Outras 14 pessoas são rés na mesma ação – entre eles, Marcelo Odebrecht, ex-presidente do Grupo Odebrecht, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e e Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras.

Defesa
O advogado de defesa de Palocci, José Roberto Batochio, afirmou que Palocci é “absolutamente inocente”. Única acusação que contra ele pesa é de ser um personagem que já foi várias pessoas, o italiano”, diz. Segundo o advogado, a Polícia Federal apontou várias pessoas sendo o italiano até afirmar que ele seria o ministro Palocci. “É uma coisa kafkiana, surrealista essa acusação”.

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/suplicy-chega-para-depor-em-acao-sobre-palocci-na-lava-jato.ghtml

Viúva de mecânico morto após agressão de PM diz que passa mal ao olhar para carro de polícia

Um mês após o crime, Fernanda Camargo espera por Justiça depois de presenciar policiais agredirem o marido, Eduardo Alves dos Santos, até a morte, em Itapevi.

A atendente Fernanda Camargo, de 36 anos, voltou a morar na casa onde viveu com o marido, o mecânico Eduardo Alves dos Santos, de 42, em Itapevi, na Grande São Paulo. O endereço é o mesmo onde o companheiro dela foi agredido e morto por um policial militar, em 16 de janeiro deste ano. Por causa do crime, ela afirma: “Eu não posso ver uma viatura na rua que eu começo a passar mal”.

Santos morreu cerca de três horas e meia depois de ser agredido pelo policial militar Adriano Soares de Araújo. Fernanda disse ao G1 que chamou a polícia por temer que o marido ficasse irritado com sua saída de casa, mas que não chamou os policiais para agredi-lo ou matá-lo.

“Estou morando na casa onde tudo aconteceu, mas está muito difícil. Algumas vezes passam umas viaturas de polícia aqui, bem devagar, olhando para dentro de casa, não sei o motivo. Eu não posso ver uma viatura na rua que eu começo a passar mal. Acho que é trauma disso tudo. Estou passando por psicólogo, psiquiatra, tem dia que não consigo trabalhar, sair de casa”, disse Fernanda, que se sente intimidada com a situação.

Durante o registro da morte do marido na delegacia e também na Ouvidoria das Polícias de São Paulo, Fernanda informou ter sido ameaçada por um policial militar caso não “tomasse cuidado” com o que diria para as autoridades sobre o ocorrido. Ela também informou ter tido uma arma apontada contra ela por um policial militar.

“Estou desorientada com o que está acontecendo. Uma promotora está acompanhando os depoimentos, mas não sei nada sobre o inquérito. Só sei que o policial está afastado das ruas. Só quero Justiça”, disse ela ao G1.

A Polícia Civil de Itapevi informou que o “inquérito instaurado pela delegacia do município, está em fase final e deve ser concluído nos próximos dias. O policial militar, autor do crime, foi ouvido e indiciado. O caso será relatado como lesão corporal seguida de morte.”

A Corregedoria da PM também instaurou Inquérito Policial Militar para apurar o caso e dentro de alguns dias o apresentará à Justiça Militar. O policial está afastado de suas funções e pode ser punido com a expulsão da corporação. Em relação à intimidação relatada pela família à reportagem, a Corregedoria não recebeu nenhuma denúncia e está à disposição para que a mesma seja feita e as medidas cabíveis sejam tomadas, podendo gerar até um pedido de prisão preventiva do autor por coação de testemunha de processo.

O Ministério Público de São Paulo informou que a promotora Vania Caceres aguarda a conclusão do inquérito policial para se pronunciar sobre o caso.

“O indiciamento do policial por lesão corporal seguida de morte já é um primeiro passo para que ele seja responsabilizado criminalmente e expulso da PM”, disse Ariel de Castro Alves, membro do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana do Estado de São Paulo (Condepe).

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Como foi o crime

No dia da morte do marido, os policiais que atenderam ao chamado dela foram Adriano Soares de Araújo e Rafael Francisco de Vasconcelos. O primeiro ela descreveu como “agressivo e descontrolado”. O segundo ela descreveu como “calmo e quem tentou conter o colega policial.”

“Eu cheguei em casa e ele estava trabalhando na oficina, no andar de baixo, e ele me disse que não iria deixar levar nada, que só faria isso na Justiça. Foi aí que eu chamei uma viatura. Os policiais chegaram e eu expliquei a situação. Um dos policiais ficou conversando comigo e o outro ficou com ele lá dentro da oficina”, disse Fernanda.

“Esse policial tem de entender que ele matou um pai de família”. A declaração de óbito informa que a causa da morte foi “hemorragia interna traumática, agente contundente.”

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“Olha o que você fez na minha farda”

Em seguida, ela relatou que o marido tentou argumentar, dizendo que resolveria tudo com ela ou na Justiça. “Meu marido disse: ‘mas moço, porque você está fazendo isso comigo? Eu não sou bandido, sou trabalhador, estou na minha casa e preciso entregar esse carro hoje.’ Foi quando o policial Araújo pegou meu marido pelo pescoço e o jogou em cima do carro. Ele deu uma rasteira no meu marido, que pegou a farda do policial, que acabou rasgando.”

Ela disse que o policial ficou transtornado quando viu que sua farda estava rasgada. “O Araújo gritava ‘Olha o que você fez na minha farda, olha o que você fez na minha farda. Você está preso’. Ele depois deu um chute no rosto do meu marido, que ficou com o olho roxo e inchado. Eu fui até o policial e pedi para ele não fazer isso com meu marido. O Araújo gritou: ‘não foi você que chamou a gente? Eu respondi que tinha chamado, mas não para agredir meu marido.”

Depois disso, Fernanda disse que o policial “saiu chamando reforço pelo celular e voltou com um cassetete na mão. Ele entrou e voltou a agredir meu marido de novo, bem na hora que meu marido, já mais calmo, estava sentado no chão com dores e conversando com o outro policial. O Araújo chegou e deu umas cacetadas nas pernas, no braço, na cabeça e na barriga.”

G1 teve acesso às imagens da câmera de segurança da oficina, que estava virada para a rua. É possível ver que o policial volta para a viatura, pega o cassetete e entra novamente na oficina.

Mecânico chegou a prestar depoimento mesmo com sangramento e olho inchado (Foto: Glauco Araújo)

Mecânico chegou a prestar depoimento mesmo com sangramento e olho inchado (Foto: Glauco Araújo) 

O trecho seguinte das imagens mostra outras viaturas chegando e, cerca de cinco minutos depois, o mecânico sendo retirado da oficina e levado, algemado, para o carro de polícia.

Foram cerca de sete minutos até que o mecânico fosse levado para a delegacia de Itapevi. O trajeto demora cerca de dez minutos. “Lá, ele foi colocado numa sala sozinho. Eu consegui entrar na salinha e vi que tinha muito sangue no chão. Ele estava cuspindo sangue pela boca e pelo nariz. Ele pedia muita água. Ele estava morrendo e eu gritei pedindo ajuda para todos que estavam ali.”

Fernanda relata em seu depoimento à Ouvidoria da Polícia que policiais chegaram a duvidar que o marido estivesse passando mal e ainda teriam dito para ela que “aquilo era abstinência de cachaça”.

Mecânico Eduardo Alves dos Santos, 42 anos, morreu às 19h de segunda-feira (16), em Itapevi, na Grande São Paulo (Foto: Glauco Araújo/G1)

Mecânico Eduardo Alves dos Santos, 42 anos, morreu às 19h de segunda-feira (16), em Itapevi, na Grande São Paulo (Foto: Glauco Araújo/G1) 

“Amor SAMU”

A viúva reclama que o marido poderia estar vivo se tivesse recebido atendimento médico a tempo ou sido levado ao hospital ao invés de ser levado para a delegacia. “Eles demoraram para chamar o SAMU. Quando meu marido estava praticamente morto, toca um telefone na mesa e o Araújo pede para eu atender. Achei estranho que na tela do celular dele apareceu “amor SAMU”. Só depois soube que era a mulher do policial”.

Fernanda disse que a mulher do policial falou com ela pelo telefone e passou instruções para os primeiros socorros. “Achei estranho que ele ligou primeiro para a mulher do que para o atendimento do SAMU mesmo. A mulher pediu para eu enfiar o dedo no olho do meu marido. Como ele não reagiu, ela disse que meu marido estava em para cardiorrespiratória. Ninguém ali ajudou, eu mesmo fiz a massagem cardíaca no meu marido. Só depois, muito tempo depois, que o Araújo, vendo a gravidade do que ele tinha feito, foi ajudar.”

A viúva disse que a ambulância do SAMU demorou cerca de 25 minutos para chegar até a delegacia. “Ele praticamente morreu nos meus braços. Eu quero só a Justiça, quero que a Justiça seja feita. Não consigo viver com isso, que ele foi morto na minha frente, que eu chamei a viatura, me sinto também culpada. Eu chamei, mas eu não chamei para matar, era para dar um apoio naquela hora. Se ele sofria de alcoolismo, que levassem ele para um hospital, mas não ser agredido e morto.”

O mecânico foi levado para o Pronto Socorro Central de Itapevi, onde morreu.

Declaração de óbito informa que causa da morte foi hemorragia interna traumática provocada por agente contundente (Foto: Glauco Araújo)
Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/viuva-de-mecanico-morto-apos-agressao-de-pm-diz-que-passa-mal-ao-olhar-para-carro-de-policia.ghtml

Sagui vive em árvore no cruzamento da Faria Lima com a Rebouças e vira atração

Macaquinho costuma receber água, banana e outras frutas de moradores e trabalhadores da região, e até ganhou o apelido de Zequinha.

 

Um sagui que vive em uma grande árvore no cruzamento das avenidas Faria Lima e Rebouças, na Zona Oeste de São Paulo tem chamado a atenção dos paulistanos que trabalham e passam por ali. O macaquinho costuma ganhar água, banana e frutas de moradores e trabalhadores da região, e até ganhou o apelido de “Zequinha” (veja vídeo acima).

A luta agora é conseguir um abrigo bem mais seguro para ele do que um dos cruzamentos mais movimentos de São Paulo.

Há dois meses, Jameson Galdino Ferreira chegou para trabalhar na banca onde vende acessórios para telefone celular e encontrou o bichinho. “Cheguei de manhã, ele desceu e ficou um pouco em cima da banca. Fui comprar banana pra ele. Até então, quando não tem ninguém aqui, ele desce e come na mão. Já peguei carinho por ele”, disse o vendedor.

Jameson é um guardião do animal. Mas a secretária Marcia Montersor Cusinato, que trabalha ali perto, também se tornou mais próxima do sagui. Todos os dias da semana, ela leva frutas de manhã e à tarde para o bichinho.

Jameson e Marcia contam que ele se assusta com muito barulho. ” Quando passa uma ambulância, ele corre para o topo da árvore”, comenta Jameson. ” Quando tem manifestação, ele desaparece. Ambulância também assusta. Eu fiquei sabendo que esse tipo de animal vive em bando e esse aqui ele está sozinho. Ele chora e eu pesquisei que os saguis choram quando estão pedindo o bando ou pedindo socorro”, conta Marcia.

Sagui é visto em árvore no cruzamento das avenidas Faria Lima e Rebouças, em São Paulo (Foto: Fernanda Cesaroni/G1)

Sagui é visto em árvore no cruzamento das avenidas Faria Lima e Rebouças, em São Paulo (Foto: Fernanda Cesaroni/G1) 

Os dois afirmam que já pediram a vários órgãos para resgatar o animal: “Liguei para o Ibama, Devape, Manequinho, Parque da Água Branca, SOS Fauna, nenhum deles disse que poderia resgatá-lo”, conta a secretária.

Foi então que Márcia entrou em contato com o ‘Projeto Mucky”, entidade que fica no município de Itu e recebe muitos animais desnutridos, cegos, com membros fraturados ou amputados ou com problemas de locomoção, devido às lesões sofridas, principalmente, pela manutenção indevida de silvestres como animais de estimação.

Sagui na árvore chama a atenção de quem passa pelo cruzamento (Foto: Fernanda Cesaroni/G1)

Sagui na árvore chama a atenção de quem passa pelo cruzamento (Foto: Fernanda Cesaroni/G1) 

Livia Botár, fundadora e coordenadora do projeto, mostrou interesse em ajudar mas não tem recursos para o transporte: ” Precisamos de recursos para buscar o animal em São Paulo. Numa situação como essas é preciso ter cuidado para não estressar o animal, isolar a área para o resgate”.

De acordo com o Centro de Manejo e Conservação de Animais Silvestres ( Cemacas) não há previsão para a retirada do sagui da árvore na Avenida Faria Lima. A assessoria de imprensa informou que o órgão “prioriza o resgate de animais feridos ou que ofereçam risco à população, o que não é o caso”. O Cemacas, – é um órgão ligado à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente que cuida do atendimento veterinário, reabilitação, triagem e destinação de animais silvestres.

Marcia Montersor Cusinato, que trabalha ali perto, também se tornou mais próxima do sagui (Foto: Fernanda Cesaroni/G1)

Marcia Montersor Cusinato, que trabalha ali perto, também se tornou mais próxima do sagui (Foto: Fernanda Cesaroni/G1) 

De acordo com o centro de manejo, muitas pessoas trazem essa espécie do interior ou do Nordeste do país e, quando chega aqui, percebe que não dá para criar o animal dentro de casa. Os bichos acabam abandonados pela cidade. No ano passado, o Cemadas recebeu 4.950 animais silvestres vindos da região metropolitana. Destes, 1.915 foram resgatados por órgãos ligados os governos municipais e Estadual.

A recomendação é para que as pessoas não alimentem esses animais. “Eles são silvestres e vão sair em busca de alimento”, orienta o centro.

O vendedor Jameson Galdino Ferreira costuma alimentar o sagui (Foto: Fernanda Cesaroni/G1)

O vendedor Jameson Galdino Ferreira costuma alimentar o sagui (Foto: Fernanda Cesaroni/G1) 

Árvore onde o sagui vive fica no cruzamento das avenidas Faria Lima e Rebouças (Foto: Fernanda Cesaroni/G1)
Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/sagui-vive-em-arvore-no-cruzamento-da-faria-lima-com-a-reboucas-e-vira-atracao.ghtml

Nº de detidos pela GCM por pichação em janeiro é 19 vezes maior do que no mesmo mês de 2016

Em janeiro deste ano, a GCM deteve 39 pichadores contra 2 no mesmo período de 2016. Vereadores da Câmara Municipal aprovaram multa para pichações.

 

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) deteve 39 pessoas por pichação em janeiro deste ano. O número de detidos é 19 vezes maior do que o registrado em janeiro de 2016, quando dois pichadores foram detidos. A diferença ressalta o combate da gestão do prefeito João Doria (PSDB) aos pichadores que atuam em espaços públicos e privados da cidade de São Paulo desde o início da sua gestão.

A nova política se reflete no número de detenções realizadas pela GCM (Guarda Civil Metropolitana), órgão municipal responsável pela área da segurança.

Ao todo, somando os dados da GCM, da Polícia Militar e da Polícia Civil, 74 pessoas foram detidas na capital paulista pelo crime ambiental de pichação desde o dia 1º de janeiro deste ano. A polícia não divulgou dados sobre o número de detidos por pichação em 2016 porque o crime de pichação não é tipificado nas estatísticas, segundo a Secretaria da Segurança Pública.

O número de detenções ocorridas em toda a cidade em menos de dois meses já é 23% maior do que os conduzidos para delegacias por pichação nos 12 meses de 2016 somente pela GCM. No ano passado, a Guarda Civil Metropolitana deteve 60 pichadores.

O secretário municipal da Segurança Urbana, José Roberto Rodrigues de Oliveira, ressalta que os infratores serão penalizados. “O aumento se deu pela disposição e vontade política do prefeito João Doria e sua equipe em enfrentar o problema. Salientando que todas as oportunidades estão sendo dadas àqueles que queiram ir para o grafite e a arte em si. Os que insistirem em continuar pichando a cidade terão o tratamento que a lei determina e com o apoio da Câmara Municipal que acaba de aprovar uma lei que prevê multas mais altas aos pichadores”, afirmou.

Homem escreve sobre muro que foi pintado pela Prefeitura (Foto: Reprodução/ TV Globo)

Homem escreve sobre muro que foi pintado pela Prefeitura (Foto: Reprodução/ TV Globo) 

Polêmica

Desde antes de assumir, o prefeito João Doria já tinha um discurso mais duro com os autores das pichações na cidade. Para ele, pichações são diferentes de grafites e os pichadores precisam ser penalizados.

No último dia 14, ao iniciar etapa do programa Cidade Linda na Avenida 23 de Maio, o prefeito foi criticado por pintar murais da via com uma tinta cinza e por apagar a arte na cidade.

Na ocasião, ele anunciou que, no lugar das pichações dos arcos da Rua Jandaia (popularmente conhecido como “Arcos do Jânio”, vistos por quem passa pela 23 de Maio), haverá um novo projeto para grafiteiros e muralistas que terá como referência a cidade norte-americana de Miami.

Desde então, vários pontos da cidade têm recebido pichações e grafites com frases de protesto à medida da Prefeitura. Em um dos protestos, foi escrito num muro “Não dê vexame, São Paulo não é Miami”.

A Prefeitura de São Paulo anunciou que vai processar as pessoas presas em flagrante em janeiro por pichar prédios e monumentos públicos.

Prefeito João Doria pinta muro que receberá grafites na Avenida 23 de Maio (Foto: Paula Paiva)

 Prefeito João Doria pinta muro que receberá grafites na Avenida 23 de Maio (Foto: Paula Paiva) 

Multas

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta terça-feira (14), em segunda votação, o projeto de lei que pune com multa de R$ 5 mil a R$ 10 mil a pichadores. Foram 51 votos a favor e dois contra. Agora o projeto seguirá para o prefeito João Doria (PSDB), que deverá sancioná-la.

Segundo o texto, o pichador flagrado levará multa de R$ 5 mil. Se o ato for contra patrimônio público ou bem tombado, o valor sobe para R$ 10 mil. Em caso de reincidência, a multa dobra.

O projeto de lei exclui do alcance das punições os grafites realizados com objetivo de valorizar o patrimônio público e privado, desde que consentidos pelo proprietário.

Até o vencimento da multa, o responsável poderá firmar termo de recuperação da paisagem urbana e se comprometer a reparar o bem pichado. O dinheiro da multa vai para o Fundo de Proteção ao Patrimônio Cultural.

Também foi incluída na lei a regulamentação da venda de tinta em spray. Na semana passada, o prefeito João Doria defendeu a restrição da venda do produto. O projeto estabelece multa de R$ 5 mil para estabelecimentos que comercializam tinta spray a menores de 18 anos.

Retirada de grafite em São Paulo (Foto: GloboNews reprodução)

Retirada de grafite em São Paulo (Foto: GloboNews reprodução) 

Autorização para apagar grafite

Na segunda (13), uma decisão judicial passou a proibir que a Prefeitura de São Paulo apague grafites espalhados pela cidade sem a autorização do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de São Paulo (Conpresp).

Em caso de descumprimento, a Prefeitura será multada em R$ 500 mil diários, além de outras sanções. A Prefeitura de São Paulo já foi notificada e informou que vai recorrer da decisão.

A liminar do juiz Adriano Marcos Laroca, da 12º Vara da Fazenda Pública, é resultado de uma ação popular contra a remoção de pinturas, desenhos ou inscrições caligrafadas em locais públicos, enquanto não forem definidas diretrizes pelo órgão municipal. A ação foi movida após o prefeito João Doria (PSDB) apagar um mural na Avenida 23 de Maio e pintar o muro de cinza.

Na ação, o autor argumenta que o apagamento pelo município, com tinta cinza, das obras de grafite existentes em espaços públicos, sem aparente critério técnico, como uma das ações do programa “Cidade Linda”, teria causado irreparável dano paisagístico e cultural.

Rondas

De acordo com dados da GCM, as rondas realizadas pelos guardas-civis também registraram alta no mês passado.

As rondas feitas pela corporação em unidades de saúde passaram de 5.314 em janeiro de 2016 contra 8.217 em janeiro de 2017, uma alta de 55%.

Já o Programa de Proteção Escolar, que realiza rondas em unidades de ensino municipais subiu de 9.061 em janeiro de 2016 para 17.156 em janeiro deste ano, um aumento de 89%.

Sem equipamentos adequados, homens da prefeitura apagam somente a metade dos grafites na Avenida 23 de Maio (Foto: Marcelo S. Camargo/Framephoto/Estadão Conteúdo)Sem equipamentos adequados, homens da prefeitura apagam somente a metade dos grafites na Avenida 23 de Maio (Foto: Marcelo S. Camargo/Framephoto/Estadão Conteúdo)
Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/numero-de-detidos-pela-gcm-por-pichacao-em-sp-em-janeiro-e-19-vezes-maior-do-que-em-2016.ghtml

Relembre coreografias do ‘Tchan’ com Beto e Compadre Washington; vídeo

Vocalistas do grupo foram desafiados pelo G1 a relembrar grandes hits.
Durante desafio, eles também anunciaram bloco sem cordas no carnaval.

São mais de 20 anos de história nos palcos, mas a disposição preserva o fôlego de antigos carnavais. À frente do “É o Tchan”, Beto Jamaica e Compadre Washington consolidaram um repertório de sucessos e um rol de coreografias que estão no imaginário nacional desde 1993. Há passos que atestam o ditado popular de que “pau que nasce torto nunca se endireita”, outros que revelam que na mistura do Brasil com o Egito “tem que ter charme pra dançar bonito”.

G1 desafiou os vocalistas da banda a relembrar as coreografias que marcam a trajetória do grupo. O encontro descontraído ocorreu à beira mar, no Clube Espanhol, em Salvador. O local, que tradicionalmente recebe os ensaios de verão do ‘Tchan’, está no trajeto de um dos principais circuitos do carnaval de Salvador, o Dodô (Barra/Ondina).

Compadre Washington ‘requebra’ no desafio do G1
(Foto: Jeferson Janer / G1)

Desafiado, Compadre Washington esboçou um estranhamento inicial com a proposta: “Vamos ter que dançar?”, questionou. Minutos depois, foi até o chão com hits como “Melô do Tchan” (1995), “Dança do Ventre” (1996), “Dança do Põe Põe” (1997) e “Pega no Bumbum” (1998). Dentre um sucesso e outro, não faltou espaço para o tradicional bordão: “Ordinário”.

À vontade com o convite, Beto Jamaica provou que ainda tem coreografias feitas há décadas na ponta do pé. Ele também ensinou o passo a passo de danças mais recentes do grupo, a exemplo de “Bota a Cara no Sol”, um dos hits do carnaval de 2016.

Sobrou até para o repórter, que foi convidado pelo artista para arriscar o gingado no “Desafio do Manequim (Paralisou)”, aposta do verão deste ano. “Agora venha. Você tem que vir. Vou te ensinar”, intimou. [Veja no vídeo acima como foi o encontro e o desafio das coreografias] 

Beto Jamaica e Compadre Washington no Clube
Espanhol (Foto: Jeferson Janer / G1)

Carnaval
Durante a brincadeira, os cantores revelaram a maratona que irão enfrentar durante o carnaval. O destaque está para a saída em bloco sem cordas na sexta-feira [24 de fevereiro], no Circuito Dodô. “Estaremos aqui na Barra sem cordas pro povão”, atestou Beto Jamaica.

Antes, na quarta-feira (22), se apresenta em festa fechada no Clube Espanhol, logo após o desfile de fanfarras do Circuito Sérgio Bezerra. Na quinta-feira (23), puxa o bloco Pagode Total no Circuito Osmar (Campo Grande). Na sexta-feira, além do bloco sem cordas, faz show no Camarote Sfrega. No sábado (25), o grupo arrasta uma multidão no tradicional bloco de travestidos “As Muquiranas”, no Circuito Osmar. No mesmo dia, também tem show no Camarote do Nana.

“No domingo (26) e na segunda (27), vamos dar um passeio por fora para ganhar um extra (Apodi, no RN, e Luís Correia, no PI). Na terça-feira vamos a São Paulo (SP) e voltamos aqui para o Camarote Villa Mix”, contou Compadre Washington sobre a agenda. Sobre a maratona, ele manifestou um desejo para foliões: “Que seja um carnaval de paz”.

Vocalistas do Tchan se divertem com antigos sucessos da carreira (Foto: Jeferson Janer / G1)
Fonte: http://g1.globo.com/bahia/carnaval/2017/noticia/2017/02/relembre-coreografias-do-tchan-com-beto-e-compadre-washington-video.html